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quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007



Sesimbra, Castelo

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007



Interior da Catedral de Sevilha

domingo, 25 de fevereiro de 2007



Portais de Penafiel

LISBOA - Rua Ivens - Janelas de Grémio Literário

sábado, 24 de fevereiro de 2007



Londres, foto enviado por Pino

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007



LISBOA - Rua Ivens - uma das portas do Grémio Literário

O Grémio Literário foi fundado em 1846 por diversas personalidades do liberalismo constitucional e setembrista, com o objecto social de promover a cultura, com neutralidade política segundo propósito definido pelo nosso Almeida Garrett, foi ele homologado por Carta Régia de D. Maria II. Alexandre Herculano e Fontes Pereira de Melo, pelos primeiros; Passos Manuel e Almeida Garrett, pelos segundos lançaram esta sociedade que vem reunindo o escol da sociedade lisboeta.
Inicialmente corporação literária, passou mais tarde a acumular com o seu objecto cultural, o recreio e o convívio.
Em 12 de Março de 1987, a Câmara Municipal de Lisboa " pensou que tinha chegado a altura de a cidade mostrar o seu reconhecimento para com esta instituição, atribuindo ao Grémio Literário a Medalha de Honra da Cidade ".
Em 21 de Janeiro de 1996 deu-se ao Grémio o reconhecimento estatal de pessoa colectiva de utilidade pública - por despacho favorável de S. E. o Primeiro-Ministro, Senhor Eng. António Manuel de Oliveira Guterres - pela " notável actividade de uma das Associações mais antigas da Europa e pela importância das acções desenvolvidas na defesa da língua portuguesa ".
O Grémio Literário é Membro - Honorário da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada.
Além das grandes figuras do romantismo, reuniam-se na sede do Grémio os " Vencidos da Vida ", quase todos eles Sócios.
Posteriormente a Eça de Queiroz, sucederam-se nesta casa, entre tantos outros, Almada Negreiros, Egas Moniz e Gago Coutinho como Sócios.

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007


LISBOA - Rua Garrett

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007


LISBOA - Av. Fontes Pereira de Melo - varanda / torreão

terça-feira, 20 de fevereiro de 2007




ALVITO-BAIXO ALENTEJO - Largo do Relógio- Portal que ostenta arco duplo em curva e contra-curva, chanfrado, tendo no centro uma pinha como fecho. As ombreiras são igualmente esquinadas com elementos decorativos, semelhando pináculos junto da soleira.


LISBOA - Av. Fontes Pereira de Melo

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2007



Aldeia da Luz, Porta lateral da Igreja


LISBOA - Av. Fontes Pereira de Melo - Palácio Sotto Mayor

Cronologia1900 - demolição do solar da família Mayer, ali existente , para a construção do palacete actual; 1902 / 1906 - projecto do Arquitecto Ezequiel Bandeira para o palacete do banqueiro Cândido da Cunha Sotto Mayor. O arquitecto não acompanha as obras, sendo a responsabilidade assumida pelo Cap. Rodrigues Nogueira. Colaboram na obra os seguintes artistas os Arquitectos João António Piloto (concepção da Sala de Jantar) e Evaristo Gomes (Vestíbulo e Sala de Visitas), os pintores Domingos Pinto, Teixeira Bastos, Ribeiro Júnior e Ordoñez, o entalhador António Pucche; 1951 - morte do proprietário, sendo o palacete herdado pela sua filha Maria Elsa da Piedade Sotto Mayor Matoso; 1967 - o edifício deixa de ser habitado, ficando devoluto. É adquirido pela Torralta; década de 80 - o palacete torna-se, por via de penhora, propriedade do Banco Totta & Açores; 1989 - a propriedade é vendida à empresa imobiliária Gladstone.
Só não foi demolido porque a vereação do Dr. João Soares e o IPPAR a isso se oposeram. Lembram-se?
Tal decisão não inviabilizou o projecto imobiliário e hoje funciona como Centro Comercial, contíguo a um hotel moderno.
Ver também aqui:

domingo, 18 de fevereiro de 2007



LISBOA - Avenida Fontes Pereira de Melo

Prémio Valmor de Arquitectura: actual sede social do Metropolitano de Lisboa

lista dos prémios: http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_dos_Prémio_Valmor_e_Municipal_de_Arquitectura

sábado, 17 de fevereiro de 2007



LISBOA - Campo Grande - porta de entrada no Retiro Quebra Bilhas
A pressão urbanística e a "Opus Dei" não perdoam
Quem se opõe...??


Lisboa continua de luto.
Depois da destruição da casa de Almeida Garret, chegou a vez de fechar as portas o antigo Retiro Quebra Bilhas no Campo Grande.
Fundado em 1793, este famoso restaurante de Lisboa era o único sobrevivente dos muitos retiros e hortas que existiam ao longo das principais estradas que ligavam Lisboa aos arredores.
O Retiro Quebra Bilhas, com o seu célebre quintalão, está intimamente ligado à história do fado, sobretudo depois de 1840, quando se tornou um hábito cantar o fado nestes locais. Uma tradição que manteve ao longo de todo o século XX, sendo um local muito frequentado por fadistas.
O Quebra Bilhas foi no século XIX, um ponto de encontro obrigatório de estroinas que aqui vinham passar os touros a caminho da praça de touros do Campo Santana, dos que frequentavam a antiga Feira do Campo Grande.
Expressão viva da tradição culinária lisboeta, o Quebra Bilhas oferecia ao visitante os pitéus e pratos característicos dos antigos retiros. Quis o destino que o actual proprietário do edifício onde estava instalado o Retiro de Quebra Bilhas pertencesse a uma organização religiosa, o misterioso “Centro Cultural do Campo Grande” da Opus Dei. Garantem-nos no dito Centro Cultural que o Quebra Bilhas fechou de vez, mas as suas portas voltarão a abrir, não como retiro de amantes da boa comida e das tradições lisboetas, mas para retiros espirituais dos seguidores do beato espanhol Josemaría Escrivá.
Ao longo de dois séculos o Quebra Bilhas resistiu a tudo, mas não à actual onda de desmemorização que está a ser estimulada pela CML, onde se sucedem os atentados ao património. Aos poucos a cidade está a perder a sua identidade, com a cumplicidade daqueles de quem seria de esperar uma outra atitude. Nem uma palavra até à data se ouviu da CML e de outros órgãos autárquicos.
O silêncio da autarquia é total, mas será que os amantes de Lisboa e do fado irão deixar que mais este atentado ao património seja cometido?

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007



Sevilha

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007

Entre-os-Rios

LISBOA - Av. Infante Santo - mural
...como de janelas se tratasse...

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007



Lisboa, zona da Ajuda.

terça-feira, 13 de fevereiro de 2007


LISBOA - Lg. Academia Nacional de Belas Artes
Faculdade de Belas Artes - porta interior de acesso à Academia

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007

Lamego - Nossa Senhora dos Remádios


LISBOA - Largo da Academia Nacional de Belas Artes - varanda/janela

domingo, 11 de fevereiro de 2007


LISBOA - Largo da Academia Nacional de Belas Artes - portas gémeas

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007


LISBOA - Largo da Academia Nacional de Belas Artes
porta (quase)aberta sobre a cidade com a Sé Velha ao longe

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2007


LISBOA - Praça do Município - varanda da fachada principal dos Paços do Concelho
A Proclamação da República, em 5 de Outubro de 1910, foi feita nesta varanda

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007



LISBOA - Praça do Município - entrada principal dos Paços do Concelho

O edifício dos Paços do Concelho, para além do seu valor arquitectónico e artístico, reflecte a imagem de Lisboa e de Portugal Liberal, Regenerador e Republicano. Importantes acontecimentos da nossa história, como a Proclamação da República em 5 de Outubro de 1910, ficaram profundamente associados a este edifício. Após o terramoto de 1755, durante a reconstrução pombalina foi construído o edifício dos Paços do Concelho no actual local onde se encontra, projecto de arquitectura este assinado pelo arquitecto Eugénio dos Santos Carvalho, que ficou completamente destruído devido a um incêndio a 19 de Novembro de 1863. Foi construído um novo edifício no mesmo local, entre 1865 e 1880, cuja obra decorreu com base num projecto arquitectónico da responsabilidade do então arquitecto camarário Domingues Parente da Silva, tendo o desenho do remate da fachada modificado por decisão do Engenheiro Ressano Garcia, responsável pelos Serviços Técnicos da Câmara, dando origem ao grande frontão clássico com decoração escultórica da autoria do escultor francês Anatole Calmels. No interior destaca-se a intervenção do arquitecto José Luís Monteiro, sobretudo na escadaria central, bem como a rica decoração pictórica a cargo de vários artistas, dos quais se salientam José Pereira Júnior (Pereira Cão), Columbano e Malhoa, revelando deste modo todo o edifício um conjunto destacado de intervenientes, tanto a nível arquitectónico e construtivo, como decorativo, apresentando uma estética e inovação de grande qualidade. A 7 de Novembro de 1996 um novo incêndio destruíu os pisos superiores, ficando afectados os tectos e pinturas do primeiro andar. Depois de avaliado o impacto do incêndio , foram tomadas opções quanto ao Plano Geral de Intervenção para a Recuperação do Edifício dos Paços do Concelho, conduzido pelo arquitecto Silva Dias. Num principio de fidelidade à tradição Histórica e Arquitectónica, no qual de optou por aproximar ao projecto inicial do Arquitecto Domingos Parente - retomando desta forma as raízes essenciais do projecto de arquitectura original do final do século passado e que vinha a ser abastardado por construções mais tardias nas décadas 30/40. Dois objectivos fundamentais pautaram esse plano, por um lado, restaurar as áreas nobres de reconhecido valor Histórico e Artístico e por outro, doar aos pisos já anteriormente vocacionados para o desempenho institucional, um perfil funcional e personalizado conciliando o acesso e a utilização de parte desses espaços pelo munícipe, numa relação de aproximação da Cidade, através deste seu edifício emblemático, ao seu Cidadão.Desafiando a criatividade de alguns dos mais notáveis arquitectos e artistas de Lisboa, fazendo do edifício dos Paços do Concelho um exemplo de diálogo entre o Património Histórico e Arquitectónico e a criação artística arquitectónica contemporânea, foram convidados os arquitectos João de Almeida, Manuel Tainha, Nuno Teotónio Pereira, professor Daciano Costa e os artistas Sá Nogueira, Fernando Conduto, Maria Velez, Helena Almeida, Pedro Calapez, Jorge Martins, tendo também sido alguns artistas plásticos convidados a intervir ao nível do exterior, ficando Eduardo Nery a cargo do arranjo de superfície da praça e Jorge Vieira para as esculturas. Os Paços do Concelho, são assim uma obra do arquitecto Domingos Parente da Silva, do escultor Calmels, do arquitecto José Luís Monteiro, Columbano Bordalo Pinheiro, Pereira Cão, Malhoa, entre outros, aos quais se juntaram os nomes daqueles que com respeito pela obra dos seus antecessores e com a mesma sensibilidade e cultura, tornaram não só possível o restauro das obras de arte danificadas, das pinturas, dos estuques, das cantarias e da estatuária, mas também o surgimento de uma nova arquitectura que agora incorpora e valoriza o edifício.
Estes e outros dados podem ser encontrados aqui:

terça-feira, 6 de fevereiro de 2007

ALVITO-BAIXO ALENTEJO- Rua da Cruz-Portal de cantaria, adintelado, com o tímpano decorado por quatro pequenos arcos recortados com três meias bolas, uma ao centro e as outras nos extremos

domingo, 4 de fevereiro de 2007


LISBOA - Rua do Arsenal - edifício pombalino

sábado, 3 de fevereiro de 2007


ÓBIDOS - o arco ainda lá mas a porta já não...
ALVITO-BAIXO ALENTEJO-Rua da Misericórdia - Portal que se mantém de cantaria, de lintel direito composto de arco canopial ao centro, ladeado de dois outros arcos redondos mais pequenos

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2007


ÓBIDOS - janela twin com coluna

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007


ÓBIDOS - varanda MR
Entre-os-Rios